CONSERVAR AS CÉLULAS ESTAMINAIS DO TECIDO

Há vários anos que se sabe que o tecido do cordão contém um tipo particular de células estaminais que têm características com grande potencial para possíveis aplicações em medicina regenerativa.

Estas células, ao contrário das do sangue do cordão umbilical, têm a capacidade de criar estruturas e tecido conjuntivo. Estão atualmente a ser estudadas em mais de 165 ensaios clínicos para o tratamento de doenças tais como:

Esclerose Lateral Amiotrófica | Reparação cardíaca| Paralisia cerebral | Autismo| Lúpus | Lábio leporino | Diabetes | Perda de audição |Cirrose hepática | Regeneração dos tecidos | Degeneração macular| Parkinson | Epidermilose bulhosa

 

Recomendamos visitar clincaltrials.gov para conhecer os diferentes estudos clínicos realizados em todo o mundo.

Benefícios de armazenar o Tecido do Cordão [3-11]

Vantagens

  • Maior facilidade de obtenção de células estaminais mesenquimatosas.
  • Colheita não invasiva comparada a outras fontes como medula óssea e tecido adiposo.
  • Excelente capacidade de proliferação.
  • Capacidade de diferenciação em diferentes tipos celulares: condrócitos, osteócitos, adipócitos, miócitos e neurónios.
  • Possibilidade de isolamento e criopreservação em Bancos de tecidos.

Limitações

  • Ainda estão em fases de estudos de ensaios clínicos as potenciais aplicações em regeneração dos tecidos danificados (Medicina Regenerativa) e doenças como Diabetes tipo I, Parkinson, Artrites, etc.
  • Só se podem recolher no momento do parto.


(3) Mariane Secco et al (2007), Multipotent stem cells from umbilical cord: cord is richer tan blood!. Stem Cells, doi:10.1634/stemcells.2007-0381
(4) O’Brien TA, Tiedemann K, Vowels MR. No longer a biological waste product: umbilical cord blood. Med J Aust. 2006;184(8):407-410.
(5) Troyer DL, Weiss ML. Concise review: Wharton’s jelly-derived cells are a primitive stromal cell population. Stem Cells. 2008;26(3):591-599.
(6) Fu YS, Cheng YC, Lin MY, et al. Conversion of human umbilical cord mesenchymal stem cells in Wharton’s jelly to dopaminergic neurons in vitro: potential therapeutic application for Parkinsonism. Stem Cells. 2006;24(1):115-124. Epub 2005 Aug.
(7) Liu Y, Mu R, Wang S, et al. Therapeutic potential of human umbilical cord mesenchymal stem cells in the treatment of rheumatoid arthritis. Arthritis Res Ther. 2010;12(6):R210.
(8) Ding DC, Shyu WC, Chiang MF, et al. Enhancement of neuroplasticity through upregulation of ß1-integrin in human umbilical cord-derived stromal cell implanted stroke model. Neurobiol Dis. 2007;27(3):339-353. Epub 2007 Jun 18.
(9) Anzalone R, Lo Iacono M, Loria T, et al. Wharton’s jelly mesenchymal stem cells as candidates for beta cells regeneration: extending the differentiative and immunomodulatory benefits of adult mesenchymal stem cells for the treatment of type 1 diabetes. Stem Cell Rev. October 23, 2010.
(10) Tsai PC, Fu TW, Chen YM, et al. The therapeutic potential of human umbilical mesenchymal stem cells from Wharton’s jelly in the treatment of rat liver fibrosis. Liver Transpl. 2009;15(5):484-495.
(11) Wang L, Tran I, Seshareddy K, et al. A comparison of human bone marrow-derived mesenchymal stem cells and human umbilical cord-derived mesenchymal stromal cells for cartilage tissue engineering. Tissue Eng. 2009;15(8)(pt A):2259-2266.

Solicitar informação